marciahk

31/Agosto/2008

Atirei o pau no gato

Arquivado em: mulherzinha — by Marcia @ 9:35 am
Tags:

Todos que me conhecem sabem do meu fraco pela Hello Kitty.

Bolsas, por exemplo caraleo, tenho 7! . Sempre fico maluca quando vejo um modelo novo. Sem contar a case do DS. A carteira. Canetas melhor parar por aqui

E a cada dia aparecem mais coisas, de todos os tipos e gêneros, que fazem coçar o meu bolso e sabotar meus planos geeks.

Os sites das Sanrio Shop Japão e Sanrio Shop US são tentações pra qualquer mulher. Onde mais eu poderia encontrar um bracelete de diamantes?

Não é um “loosho”? E custa só 1.650 doletas

E que tal equipar sua casa com uma tv dessas:

xfer, taí sua tv nova =P

Tem também coisinhas fofas como:

owww, nenê mais bunitim…

Ou essa:

eu PRECISO dessa marionete!

Mas também encontrei coisas muito estranhas, até pra mim…

Csamento. Ato solene e formal. Aí chega o pajem com as alianças:

Agora, imaginem a seguinte cena: casal no clima e o respectivo aparece com uma dessas:

coisinha mais séguisi!

Motivo de separação, anos de terapia e ação de indenização por danos morais.

29/Agosto/2008

Zona sul

Arquivado em: cotidiano — by Marcia @ 9:53 pm

Desde que nasci moro na mesma casa próxima a Interlagos.

Amo a região, mas ela sempre foi marginalizada.

Sei que São Paulo é uma cidade de extremos. Mas a ZS SEMPRE foi esquecida.

Não tem metrô por aqui. A estação mais próxima (e acessível da minha casa, por exemplo) é a Jabaquara. Só que pra que eu chegue lá é preciso pegar um ônibus que demora UMA HORA!

Ir pro centro então é uma tortura. Pois o caminho mais “rápido” é o fatídico corredor Interlagos- Washington Luiz – Aeroporto – 23 de Maio. Um trecho que sem trânsito vc demoraria 40 minutos, leva no mínimo UMA HORA E MEIA. Sim, amigos, eu demoro esse tempo TODO SANTO DIA só pra chegar no trabalho.

Vcs tem noção do que é ir em pé, num ônibus lotado, quase todos os dias, por pelo menos UMA HORA E MEIA?

Mesmo com a bosta do Autódromo de Interlagos nenhum político FDP se prestou a fazer uma extensão do metrô. E outra linha próxima é a transamazônica Lilás, que tem ridículas 4 estações e não interliga com a linha.

Onde eu quero chegar?

Pois bem. Por causa disso, além de passar um puta dum stress todo santo dia pra ir trabalhar, a maioria dos eventos que acontecem e me interessam são sempre em locais que eu gasto quase mais tempo em trânsito do que me divertindo.

Tá, mas e o trem? Alguém vai perguntar.

Ok, tem uma estação a 5 minutos da minha casa, novinha, bonitinha. Mas se eu precisar fazer uma baldeação eu preciso ir até Presidente Altino ou Osasco.

Paulista? Se a Ponte Orca funcionasse aos fins de semana eu poderia ir até a Cidade Universitária e pegar uma van até a Vila Madalena gastando UMA HORA, ao invés dos habituais hora e meia.

Isso porque eu moro num bairro privilegiado, que tem várias linhas de ônibus na porta. Nem quero imaginar quem mora no Grajaú ou Varginha.

Todo mundo fala que eu moro longe e blá, blá, blá. Eu sempre fui ver meus amigos, independentemente do lugar e distância quando eu quis (e pude).

Só que eu vejo que sempre que um compromisso é na zona sul todo mundo fica de mimimi, falando que é longe e mamãe não deixa

Engraçado que não vi ninguém reclamando da Campus Party ou mais além, quando tem algum evento no Autódromo. Isso porque quase ninguém conhece o excelente Sesc Interlagos, uma área verde maravilhosa e que posso ir a pé da minha casa.

Portanto, começo uma campanha, mesmo que solitária, pra que dêem uma chance pra zona sul, mesmo que vc more em algum outro extremo de SP.

24/Agosto/2008

Esquizofrenia

Arquivado em: blogagem — by Marcia @ 12:29 pm
Tags:

Resolvi voltar ao meu nick antigo do Twitter: marciahk, mesmo sabendo da confusão que isso vai dar, principalmente no dia seguinte ao #luluzinhacamp.

A maioria das pessoas me conheceram por ivym. Mas resolvi deixar ele de lado por alguns motivos: é difícil de pronunciar (áivi ême), todo mundo me chava de “ivi”, sempre tenho que soletrar pras pessoas entenderem e acabo sempre me apresentando como Marcia (duh!)…

O antigo é bem mais fácil. Fora que meu nome está implícito nele e fica mais fácil pra ser assimilado, agora que gostei desse negócio de interagir com os blogueiros (é, eu torcia o nariz pra aquilo que eu julgava ser uma panelinha, #prontofalei).

Mas se o antigo era tão mais fácil, porquê vc adotou outro nick?“, alguns perguntarão.

Como descobri muitos podres de uma certa pessoa leia-se, meu ex por causa do nick padrão que ele costumava usar, eu, por precaução, resolvi mudar o do Twitter, principalmente porque ele não sabia da existência dele.

E o marciahk deu lugar ao ivym, pois havia um lugar onde eu não poderia mudá-lo (no fOxGSM onde eu era sou supermoderadora).

O tempo passou ele deve ter mais o que fazer, ainda bem, e como ninguém me encheu os pacovás nesse período, o marciahk volta :-P

Luluzinha Camp. Eu fui!

Arquivado em: blogueiros, mulherzinha — by Marcia @ 11:06 am
Tags:
Luluzinha Camp

Luluzinha Camp

Eu fui!!!

Na verdade eu não estava pensando em ir, mas acabei mudando de idéia em cima da hora.

Sinceramente, eu tinha um certo receio de encontro só de meninas. Ledo engano e puro preconceito da minha parte.

Cheguei por volta das 14 horas. Mulherada reunida pra sorteio de brindes (e que mulher não gosta disso?).

Logo encontrei a casa_da_gabi e sua mamis e em seguida a elimafra Finalmente conheci a garotageek, com a qual conversei como velhas amigas, assim como a kakah e a lidifaria.

Foram tantas conversas e meninas que conheci, uma mais fofa que a outra: garciasales, tinearaujo, lufreitas, lumonte, além de muitas outras que nem sei qual @ eram :-S

As meninas foram muito caprichosas (bem, isso é da nossa natureza, hehehe) e a mesa de comes e bebes estava fantástica! Muito docinhos, um mais gostoso que o outro :-P

Fora as tentações da “lujinha”. Saí de lá mais pobre, mas com uma camiseta linda da Adidas, graças a kakavisconti (não esquece do meu blusão ;-) ).

Na hora mais calma do camp, onde uma parte das meninas estavam numa desconferência sobre pets, as geeks acessando a net enlouquecidamente e eu jogando um pouquinho de DS, eis que surgem QUATRO gatinhos de coleira servindo champagne!

Foi um alvoroço entre as meninas e obrigada quem fez essa ação. Todos eram fofos e não cansavam de distribuir sorrisos e tirar fotos com a mulherada ensandecida. Ai, ai…

Depois disso, emendamos com um #nob com os bolinhas, onde meu DS com Guitar Hero foi disputadíssimo :-P

Algumas fotos aqui.

E que venha o próximo Luluzinha Camp!

21/Agosto/2008

A arte de ser loser

Arquivado em: pessoal — by Marcia @ 10:08 pm

Já estava com a idéia de fazer um post com “Marcia facts”, mas agora que o Júlio roubou ela fez uma lista de 5 momentos épicos, resolvi postar assim mesmo. Mas no meu caso, trago a vcs momentos da minha vida que deveriam ser apagados pra rirem da minha cara (música dos Trapalhões ao fundo):

- eu NUNCA consegui ficar bêbada. No máximo, alegrinha. A única vez que tentei tomar um porre passei muito mal ¬¬;

- fiz aulas de teatro. Mas ao saber que iríamos encenar “O Mágico de Oz” e que eu seria a narradora, desisti. Desperdício do meu talento :-P ;

- desmaiei numa balada lo-ta-da (bafão total) na minha fase eletrônica (mas não cheguei a ser clubber, que fique claro);

- rolei 5 metros na lama, descida abaixo, com direito a trazer um ex junto, voltando de uma cachoeira (é, daquela que quase afoguei ele), que estendeu a mão pra me ajudar a subir;

- coloquei fogo na lixeira do banco em que trabalhei (por acidente, claro!);

- não sei andar de bicicleta (tá, podem zoar);

- bati com a cabeça numa porta de vidro e na janela do ônibus, de criar galo;

- no colégio dancei obrigada uma música do Lionel Ritchie, cuja coreografia envolvia bambolês,  do Balão Mágico (nessa ficamos em 2º lugar) e tive que marchar ao som de “A Ponte do Rio Kwai”.

11/Agosto/2008

Mirror mirror

Arquivado em: pessoal — by Marcia @ 10:11 pm

Pequenas gotas geladas começam a cair no meu rosto. Aperto o passo, mas sorrio assim mesmo. Final de noite de sexta, término de uma semana infernal, me sinto aliviada.

Flashback. Corta pra 2002/2003.

Ambulatório do banco, sou recebida pelo médico com um tapa na cara:

- Você está com alto nível de stress e início de depressão.

Isso explicava tudo. As flutuações de humor, tensão nos ombros, insônia, palpitações, dores de cabeça, gripes, travamentos na lombar, crises de ansiedade…

Ou eu mudava tudo ou podia cortar os pulsos, passar lápis preto nos olhos e deixar a franja cair na cara.

Não foi fácil. Principalmente quando você decide que só vai tomar uma única caixa do antidepressivo receitado.

Também não foi fácil aceitar de que sim, eu tinha depressão. Logo eu que sempre procurei ser otimista e ver o lado bom das coisas. Mas pesavam contra o fato de que eu tenho (tinha!) o péssimo costume de ficar guardando e remoendo as coisas e ser extremamente ansiosa (que nada mais é do que sofrer por antecipação).

Como o tempo é sempre o melhor remédio (mesmo você querendo mandar pra pqp quem te diz isso num momento difícil), hoje consigo ter mais controle de mim mesma. Vieram situações tão piores quanto a primeira, mas consegui respirar fundo e deixar pra lá ou falar o que antes não saía.

E acreditem, isso faz com que eu seja uma pessoa mais leve hoje…

9/Agosto/2008

Esportes? Tô fora!

Arquivado em: pessoal — by Marcia @ 4:28 pm
Tags: , , , ,

Olímpiadas começando (e eu não vi NADA da abertura ¬¬), lembrei das minhas tentativas de ingressar no mundo dos esportes.

Meras tentativas, pois sou totalmente descoordenada, tenho a flexibilidade de uma tábua e nem um pouco de noção =S

Sempre fui a última a ser escolhida pra integrar qualquer time na escola. Minha única proeza esportiva foi ter feito 6 pontos de ace jogando vôlei no campeonato do colégio (acreditem, meu saque mal passa da rede).

Ironias a parte, minha melhor amiga sempre foi destaque nos esportes.

Mas não foi por falta de tentativas. Se bem que a maioria delas teve um “estímulo” da minha mãe.

Judô: fiz quando criança. Enquanto as meninas da minha idade iam ao balé, com suas roupinhas rosas, cheias de frufrus, eu andava de kimono. Que mãe deixa sua filha de 7 anos ir treinar dar rasteira nos meninos? Só a minha mesmo… Hahahaha. E cuidado comigo, sou faixa azul ^.^

Só parei porque meu sensei foi embora e tive que fazer tratamento pra estrabismo (deu certo tá, tanto que eu não sou vesga!).

Natação: fui praticamente arrastada, pois minha mãe acreditou naquele papo de que natação faz bem pra bronquite/asma. Imaginem alguém que fica em pânico quando a água passa da linha da cintura, tendo que mergulhar?

Hoje eu só tenho medo… De quase afogar um ex-namorado na cachoeira… Hehehehe

Tênis de mesa: acabei indo treinar na escola do finado e melhor que o Hugo Hoyama Claudio Kano, sendo que fui no embalo do meu irmão (que jogava muito!). Aprendi o que é shoto, batida, dar umas cortadinhas de vez em nunca e jogar em duplas (uma confusão só no começo). Meu máximo foi ficar em 3º lugar num campeonato, onde perdi as duas partidas que disputei (acho que só tinham 3 meninas na minha categoria…) e guardo até hoje a raqueteira que ganhei da minha mãe (rosa choque fluorescente, argh!).

PS: ping pong o caraleo!

Aikidô: a tentativa só durou um mês, devido a um travamento na lombar que tive em uma aula (de deitar no tatame e não conseguir levantar – crise de estresse braba). Mas era relaxante, busca concentração e controle, pouco contato e não tem campeonato pra mudar de faixa, bastando dedicação em fazer corretamente os katas (movimentos). Fora que a partir da faixa amarela (a 2ª) já pode fazer treino com espada de madeira. Nice!

Quem sabe um dia eu não volto? ;-)

7/Agosto/2008

Tem dado no chão

Arquivado em: games — by Marcia @ 3:03 pm

- Você não gosta de RPG?

Bem, depende da flexibilidade do rabo da lagartixa.

Se for de videogame e envolver turnos, saio correndo 3 dias sem parar e olhar pra trás =P

Sim, tenho trauma e só com anos e uns 5 dígitos gastos em análise eu conseguiria me livrar disso ou não.

Meu bloqueio começou por causa de um jogo dusinferno chamado Phantasy Star pra Master System. Na época, era o 1º RPG totalmente em português e blá, blá, blá.

Eu e meu irmão começamos a jogar e só terminamos essa maldição de raiva. Porque aguentar aquela música irritante, os dungeons infinitos, o podre do Noah (priest) e os 42186324 fishmans com HP 42, minaram toda e qualquer paciência pra esse tipo de jogo.

O máximo que consigo jogar em console são os jogos do tipo adventure. Porque não tem esse negócio de level, hp, classe, whatever.

Nessa categoria, Phoenix Wright rules!

Agora, se o assunto for RPG de mesa, com mestre, fichas, dados e livros, podem me chamar =D

Nesse caso, já joguei de tudo um pouco: AD&D (inclusive Ravenloft), Paranóia (e vamos seguir a linha vermelha/laranja/whatever no chão), dentre outros (inclusive uma aventura de Marvel, que eu era a Tempestade/Storm =P).

Mas o meu verdadeiro xodó é Storyteller (não torçam o nariz), principalmente Vampire, The Masquerade ou Vampiro, A Máscara.

Continua…

Provido por WordPress.com