Atenção: este post contém spoilers!
Mesmo sendo fã da Pixar, só fui ter conhecimento de Wall-E quando fui assistir Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, graças a um display com 50 2 metros de altura.
Como ando meio desligada, só fiquei sabendo da estréia da animação uma semana antes.
Fui ao cinema com poucas informações. Sabia que Wall-E era um robô. Só.
Parentesês: nas animações passadas, mesmo com todas as informações possíveis, sempre me surpreendi com a história.
Wall-E começa mostrando o robozinho fazendo um trabalho solitário de “lixeiro”, acompanhado de sua fiel mascote, uma barata *chilique mulherzinha*, num planeta Terra completamente desabitado e com toneladas de lixo espalhadas.
Eis que um dia aparece uma nave, que deixa EVE na Terra para coleta de informações.
Oi, meu nome é EVE, mas pode me chamar de iPod…
Paixão a primeira vista.
Resumindo, Wall-E é uma singela e terna história de amor. Corta o coração [Jéssica mode off] ver o robô tão devotadamente apaixonado por EVE mesmo, inicialmente, ela sendo feladaputa totalmente indiferente a ele.
As sutilezas, os olhares, os gestos, uma simples e ótima história mostram que não é necessário falas pra se falar de sentimentos, tão bem explorados neste filme, como solidão, amor, companheirismo, devoção, despreendimento, indiferença…
Há outras mensagens de cunho ambiental, blá, blá, blá, mas a essência é esta.
Sem dúvidas, Wall-E me surpreendeu. E sem exagero, é o melhor filme da Pixar, na minha singela opinião.
